Gosto da expressão "um dia" e por esse motivo deixei registado junto de quem o deveria ouvir e pensar que "um dia" chega a todos, até aos que dizem plenos de convicção que o sol pode ser tapado pela peneira e que esse dia será só daqui a muitos anos ou nunca. Pois bem, esse dia ainda não chegou, mas já está marcado, determinado, fixado, projectado e planeado. Será um lindo dia, quente, festivo e bem regado, em comunhão com os que são próximos e poderão aparecer (querer aparecer também), passado num jardim ornamentado, à sombra da casa que deixará de ser a dela - porque quem casa quer casa -, entre sons de músicas lamechas e discursos para a posteridade. Aqui falo para todos, não só para o casal, mas também para todos os que hoje já pensam como chegar a este dia fazendo-se presente na morada que nos foi indicada.
Para a primeira publicação sobre este assunto estar terminada, falta falar de uma outra que já foi feita faz muito tempo, de resto marcou a abertura deste espaço. Na primeira publicação aqui feita escreveu-se sobre uma aposta que de tão inocente até parecia de meninos. E foi realmente feita por meninos, eu próprio, o Ângelo, o Pedro, o Fernando e o Duarte. Em causa estão duzentos e cinquenta euros (250!) a depositar para que o último de nós a casar fique com o bolo total. Reafirmo que o dia da boda ainda não chegou, mas nunca é cedo para lembrar que a palavra dada tem a força da confiança nela depositada.
As maiores felicidades para os noivos, são os votos deste que vos escreve.
Beijos e até já!