terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Não parece bem...


Boas caríssimos!!!

Juventude, retorno a este nosso ponto de encontro “familiar” depois de algum tempo de ausência, não forçada, mas porque realmente…não me apetecia…demasiado ocupado com a desocupação!

terça-feira, 31 de julho de 2012

31 de Julho, dia mundial do orgasmo!

Bem-haja caríssimos!


Depois de um retiro para trabalhar, essa actividade a que o Homem está obrigado para alimentar coisas como esta, estou de volta e desempregado. Mas aquilo que é muito mau para o meu bolso, é bom para muitas outras partes de mim, a saber, agora posso dedicar-me a descobrir novas coisas, algumas delas indicadas por amigos, mas que ainda não tive tempo para ver... pode parecer confuso, mas os meninos andam a ver muito cinema e eu não os consigo acompanhar em todas as viagens cinematográficas... mas os primeiros episódios de "Californication" eu estou a ver. Nem pensado conseguia uma melhor relação com aquilo que aqui me traz, o DIA MUNDIAL DO ORGASMO!!!
Já aqui foram feitas algumas reflexões sobre o orgasmo, mas há sempre tanto para dizer sobre esse pequenito e repentino momento, que mais uma vez vou tentar, a partir deste espaço, fazer o apelo... digo, mais uma vez vou afirmar que as meninas são, em geral, umas preguiçosas e que pouco fazem para que a esse momento cheguem... que se queixam muito, mas que pouco fazem para que as consigamos perceber - e aqui entre nós, não é facil! - ou tocar... que elas são tão resmungonas, mas no fundo abrem-se para o primeiro da noite e para esse mesmo que mais não quer do que espalhar a semente sem mais... nós, os meninos, também temos a nossa quota de culpa e responsabilidade, ainda que estejamos a evoluir de uma forma muito segura. Como estamos em ano de olímpicos, diria que já conseguimos os mínimos, digo, alguns conseguiram! ora, estes de nós que conseguimos os mínimos - e sem falsas modéstias digo que estou entre os que se esforçaram ao longo de quatro anos para chegar a essa competição e lutar pela medalha de ouro, pela coroa de louro... - devemos agora manter o esforço e mostrar como se faz!

Porque tudo isto é muito importante e porque para o próximo ano há novamente o 31 de Julho, vamos deixar aqui algumas dicas e para isso deixo aqui uma minha... a imagem conta e por isso vou deixar duas...

Dica: a maior parte das meninas não sabe muito bem do que gosta e isso deve-se muito à falta de experiências... sempre as mesmas rotinas deixam muita coisa de fora, o vergonha imposta pela sociedade ajuda à festa... então, façam aquilo que nunca fizeram e arrumem com a questão sem que o chão se queixe ou sem que se pense onde se está a encostar as costas ou sem que uns trocos muito bem gastos vos impeçam de colocar muito e bom vinho num copo que devem partilhar...

beijos e até já! 





ps.: o orgasmo, como aqui já disse, é o grande embuste com que a natureza nos equipou... o Homom é naturalmente ocupado e perguiçoso, a reprodução deixaria de acontecer por todos os motivos e mais alguns, mas a nossa mania de pensarmos que somos mais do que animais, seria por si só suficiente para que a reprodução passasse a ser uma outra coisa qualquer... passou a ser sexo, uma coisa feia e altamente reprovável, mas necessária e por isso regulamentada. O ORGASMO é uma coisa muito bem construida, o prazer - e depois da experiência a carne fica mais fraca e com mais vontade... - já justifica o saltar da cerca e a fuga às regras! Porque somos animais, antes de outra coisa, temos essa vontade e não fossemos tão atadinhos, as meninas nem precisariam de ter menstruação todos os meses, serviria uma vez por ano como quase todos os animaizinhos!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

A Angústia do Infinito…


Boas Caríssimos!!!

Esta minha precoce publicação minimalista para hoje, não pretende ser mais que um simples repto para um exercício de recursividade da vossa parte.
Diria eu, e outros já o disseram de certeza, o Universo existe à custa do reconhecimento de quem dele faz parte, mas o exercício pretende apenas alcançar o limite pessoal da definição.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O que seria eu sem…

Boas Caríssimos!!!

O que vos venho escrever desta vez, é como diria esse aparentemente lunático, conturbado e “falecido” Presidente Sportinguista Senhor Dias da Cunha, apenas do Sistema que anda por aí com vestes de imperceptível.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Política de algibeira... ou como tocar flauta!



Bem haja meninas e cavalheiros!


Hoje venho até aqui escrever inflamado, ou simplesmente impulsionado, por mais uma troca de cartas electrónicas. Não trazendo o que lá se passou, quero muito perceber de que se faz uma boa partitura...

Percebo que para se tocar bem a flauta é preciso bons dedos e algum espaço. Se queremos tocar a flauta em todo o lado, é necessária uma algibeira com espaço e profundidade, uma algibeira onde podemos colocar a flauta, como podemos até ensaiar umas notitas... ou colocar lá umas notitas! Ora, todos conhecemos a estória do encantador de ratos, ou "O flautista de Hamelin", por isso também todos estamos bem conscientes do poder deste instrumento de sopro, melhor, todos devíamos estar bem conscientes do poder de quem domina este instrumento de sopro... todos nós (e não me refiro só aos cavalheiros, as meninas também podem ter uma e sob o seu domínio) temos que aprender a tocar devidamente a flauta, não só para dominarmos o que é nosso, mas essencialmente para podermos hipnotizar quem nos rodeia com a classe de uma partitura única e equilibrada. Meus caros, permitir a um só tocar a flauta é sinónimo de depositar nele a totalidade do poder e o nosso destino - na estória o encantador retira os ratos da cidade... mas perante a falta de palavra de quem o havia contratado, leva também consigo todos aqueles que faziam a cidade. Posto isto, a palavra de ordem é: VAMOS LÁ TOCAR FLAUTA! porque sempre que a flauta cai em mãos alheias, nós deixamos de controlar o ritmo da música e ninguém quer terminar antes da hora devida.

A algibeira é nossa, a flauta é nossa, e o que fazemos com esta e aquela é da nossa inteira responsabilidade, nunca devemos esquecer o prazer que dá tocar a flauta com mestria e se ao nosso lado alguém ainda não a sabe tocar - ou porque nunca experimentou ou porque não a tem à mão - vamos lá ensinar o dó, ré, mi...



beijos e até já.


Agora que encontrei, prefiro reencontrar-me!

Boas Caríssimos!!!

Bem, caros rosinhas venenosos, e porque não, também a essa grande massa de ontologicamente fortuitos orgasmicos interessados, retorno então, sem necessidade de colocar uma moldura em talha de ouro no último retrato por esta já ter o brilho de tal metal precioso vendido agora em desespero!

domingo, 11 de dezembro de 2011




Bem haja meninas e cavalheiros!


Hoje o que me traz até aqui e até vocês é a necessidade de falar de uma teoria há muito disseminada por entre meninas e cavalheiros e que diz: EU TENHO O DEDO PODRE A ESCOLHER O AMOR...

Podia começar por sugerir a matança de dedos por esse mundo fora, desta forma tão simples conseguia o dois em um, a saber, terminava com o reinado desses dedos podres que mais não fazem do que estragar corações e alminhas, terminava com esse vício pernicioso de apontar o dedo a tudo e todos... "olhem para mim, eu sou o dedo apontador de um sujeito sem defeitos que identifica todo o erro em todo o outro sujeito que não eu mesmo..." este dois em um parece-me muito melhor do que... não, não vim aqui para falar disso!

No que toca ao DEDO PODRE PARA O AMOR, a minha teoria, que se baseia em longas horas de observação e audição, é bem simples, o dedo aponta para aquilo que se gosta. Eu bem disse que era simples, não há podridão nenhuma no dedo, não há no coração ou na alminha, há SIM nessa cabecinha que sabendo que aquilo que se quer é nocivo, não se pode culpar o próprio(a) e culpa-se aquilo que se tem mais à mão - o DEDO! Também é comum culpar-se a sociedade inteira, excluindo-se pois claro... responsabilizar o sexo oposto pelo erro de escolha é tão facil que chego a rir com as desculpas "ai os homens são umas bestas, não percebem nada de atenção...", "as mulheres são umas indecisas... sabem lá o que querem!?! agora ela quer controlar-me!"

Meus queridos companheiros de escrita e leitura, o problema é mais uma vez o mesmo, é mais facil apontar do que olhar para aquilo que está mesmo aqui! Como é que alguém que gosta de brutamentes se pode queixar do namorado brutamontes? Como é que alguém que gosta de narcisistas se pode quixar de falta de atenção? como é que alguém que só gosta de gentalha pseudo-conservadora se pode queixar do libertinismo dessa gentalha?

interessa-me que a mensagem seja, acima de tudo, amor muito, mais ainda porque ainda é pouco, e depois, o que seria do amarelo se todos gostassem do encarnado!?! uma pastilha de auto-conhecimento e uma outra de aceitação e com sorte ainda evitamos alguns divórcios.



beijos e até já!